29 de junho de 2009

Thoughts... prayers...

17 de junho de 2009

16 de junho de 2009

A morte nunca me assustou.
Talvez por a vida ser isso mesmo. Vida e morte.
Falo apenas da minha... sobre a dos outros...
... Um dia vou saber viver com isso.
Um dia vou saber gerir a tristeza e a alegria.
Saber quando sorrir e quando chorar nos momentos exactos.
Saber fazer tudo como esperam...
...
Faleceu mais um dos meus “velhos”.
Desapareceu mais um bocado da infância que me talhou.
Mais um momento de pesar, mas sobretudo para pensar...
O Manel faleceu sem ver o mar.
É verdade Manel. Nunca viste o mar.
Conhecias aquele teu largo e a ribeira como ninguém...
Milhares de vezes ali viste o por do sol, depois de dares de comer ao gado.
Sabias de cor o percurso que um dia fiz para te ir comprar “provisórios”
enquanto cosias as botas que calçavam meia vila.
também me fizeste umas.
Com cardas e protectores, para fazer barulho e deslizar no átrio da igreja riscando o chão encerado.
Fazia-me feliz...
...
- Não viste nada. - diziam as carpideiras.
Não é verdade Manel.
Apenas nunca viste o mar. É a única coisa que me arrependo por ti.
Sei que em vida, nunca entraste em cemitérios...
...eu entrei duas ou três vezes... sempre fugi de funerais... para dor de muita gente...
Não sei lidar com a morte. Não sei fazer lutos.
Um dia vou saber...
Vou saber...
Ontem soube descer-te à terra.
Segurei nas cordas com os outros homens e com os braços a tremer..
Enquanto segurava as cordas... molhei-te o caixão...
Com sal...
com um bocadinho de mar Manel...

25 de maio de 2009

A sociedade portuguesa no seu melhor...

15 de maio de 2009

As coisas que tão facilmente esquecemos...
As coisas que tão facilmente nos recordamos.

Hoje vou dar um beijo aos meus pais.
Só hoje.
Amanhã já me esqueci outra vez...
...eles não me esquecem.
Como eu não te esqueço...
por um segundo...
Coquita do pai.

3 de maio de 2009

2 de maio de 2009

I wich i could stop this...

Another night...
White.
Dark.
Night.
...Nothing.
No hope.
...
Lost everything…
Lost my faith…
Lost me.


1 de maio de 2009

Honour.
Respect.
Courage.
Freedom.
Truth.
Justice.

Just to have anything to die for.

And no.

Faith and Love don´t exist on my list...

anymore.

30 de abril de 2009

Little voices...

Aguenta...
Afinal é para sofrer que foste feito.
Para andar de cabeça perdida
a pensar no que (ainda) poderias fazer.
No que poderias ter feito.
No que erraste.
Nada existe para além da razão.
Nem a fé.
Nem o coração.
Não chegas,
É para sofrer que foste feito.
...
e essa é a tua missão.

25 de abril de 2009

O que fizeram de ti Abril...

1 de abril de 2009

Evolução genética no homem. O multi-tasking...

3 de março de 2009

13 de fevereiro de 2009

11 de fevereiro de 2009

7 de fevereiro de 2009

Soundgarden - Mailman... para estes dias...

20 de janeiro de 2009

Vou acrescentar um novo nome ao novo "dono" do mundo:
Barack "HOPE" Obama

One sunny day in January, 2009 an old man approached the White House from Across Pennsylvania Avenue, where he'd been sitting on a park bench He spoke to the U.S. Marine standing guard and said, "I would like to go in and meet with President Bush."
The Marine looked at the man and said, "Sir, Mr. Bush is no longer president and no longer resides here."
The old man said, "Okay", and walked away.
The following day, the same man approached the White House and said to the same Marine, "I would like to go in and meet with President Bush."
The Marine again told the man, "Sir, as I said yesterday, Mr. Bush is no longer president and no longer resides here."
The man thanked him and, again, just walked away.
The third day, the same man approached the White House and spoke to the very same U.S. Marine, saying "I would like to go in and meet with President Bush."
The Marine, understandably agitated at this point, looked at the man and said, "Sir, this is the third day in a row you have been here asking to speak to Mr. Bush. I've told you already that Mr. Bush is no longer the president and no longer resides here. Don't you understand?"
The old man looked at the Marine and said, "Oh, I understand. I just love hearing it."
The Marine snapped to attention, saluted, and said, "See you tomorrow, Sir"

31 de dezembro de 2008

Algumas resoluções de Ano Novo... em formato comercial...

Conversas...

-É pá, é verdade um brinde para o Ano Novo... que seja igual ao que passou!
-É melhor não amigo... que seja melhor porra. Bom... ou então pior, pelo menos para ser diferente ...

28 de dezembro de 2008

Apple da tentação...e esta dentada é minha.

26 de dezembro de 2008

Quem disse que a cultura é coisa de elites... é evidente que há espaço para todos...


23 de dezembro de 2008

Um pai natal mais real...


12 de dezembro de 2008

Começou a tão desejada transição... finalmente...

11 de dezembro de 2008

José Saramago o escritor português descendente de pastores analfabetos, sem estudos universitários e que não pôde comprar um livro até os 19 anos, nasceu na aldeia ribatejana de Azinhaga, conselho de Golegã, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial mencione o dia 18.

Seus pais emigraram para Lisboa antes que ele completasse três anos de idade. Boa parte da sua vida decorreu na capital portuguesa, embora até ao princípio da idade madura tivessem sido numerosas e às vezes prolongadas as suas estadas na aldeia natal.

Fez estudos secundários (liceu e técnico) que não pôde continuar por dificuldades económicas.Em 1939, terminou seu o curso de serralheiro mecânico e começou, logo em seguida, a exercer a profissão, tendo depois trabalhado em inúmeras outras profissões. Saramago foi desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, editor, tradutor e jornalista... continua ...

Changes in perception - Hard drugs give you hard lessons

9 de dezembro de 2008

No ano 2003, numa tarde medonha e entediante de Junho, levou-me o acaso para o meio da Feira do Livro de Lisboa.
Naquela mesma feira, algures entre o monumento à virilidade masculina do Cutileiro (monumento 25 de Abril... compreendo porquê) e o topo do parque, surgia uma fila de pessoas, mínima de mas atenciosa, em direcção a um banco de madeira escondido debaixo de uma pequena mesa alentejana.
Aquela mesa parecia sair de uma tasca típica daquela região, mas o burburinho quase sem expressão, fazia-me acreditar que seria uma sessão de autógrafos... de um autor desconhecido, pensei.
Enquanto deambulava entre os escaparates, a minha atenção prendeu-se naquele cenário familiar, pois naquele banco, tinha acabado de se sentar o escritor português José Saramago.
Não sou de autógrafos. Quando era garoto, tinha apenas um pequeno bloco feito na escola, com alguns rabiscos de jogadores de futebol... que nem eram heróis...
Naquela tarde, o saco que tinha comigo, continha no seu interior "Os Poemas Possíveis" daquele que é, na minha opinião, um dos maiores escritores portugueses.
Pensei em aproximar-me, somente para o ver com a sua Pilar... observá-los...
Cinco minutos depois e comigo completamente fora da fila, o olhar dele apontou-me. Eu olhei-o e ele falou sem saber o que continha o meu saco;
- Quer dedicar a alguém?
Ao mesmo tempo que atabalhoadamente a minha mão procurava a encadernação em causa, respondi-lhe;
- Não... mestre... escreva o que entender...
Ele sorriu e escreveu.
"Para um poeta... os poemas possíveis..."
Um abraço
José Saramago

Lembro-me de fotografar a preto e branco, os reflexos de uma montra, numa livraria em Zurique uma semana depois deste Senhor ganhar o Nobel... o único autógrafo que tenho...

8 de dezembro de 2008

Também existem... mas ninguém os reconhece...

26 de novembro de 2008

Serviço público às Adversidades II ...

... Uma conversa recente sobre politica, em relação à recente eleição nos Estados Unidos e a propósito do tipo de ideologias e opções para as próximas eleições... uma frase.