Explanation... recipe for...
4 injecções de injustiça
150 meses de trabalho árduo sem compensação
4 anos de procura
3/4 de desilusão
¼ de decepção
48 meses de solidão
3 doses de indecisão
1 lua cheia
3 álbuns de Cat Power
2 Cd´s de Radiohead
24 horas de tempo nublado
1 semana de páscoa
4/5 de amizades que se revelaram…
Meter tudo no mesmo saco e aguentar mais um pouco…
Servir sozinho e no sofá de sempre.
18 de abril de 2011
Provavelmente zudan à(s) 4/18/2011 11:46:00 a.m. 0 comentários
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28 de dezembro de 2010
Hachico (chūken Hachikō, "cão fiel Hachikō") é estrela de cinema e exemplo de lealdade no Japão, mas para mim, é apenas um cão entre muitos.
Hachikō vivia em Tóquio com o seu dono, um professor da Universidade daquela cidade. Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) acompanhava todos os dias, o seu dono, desde a porta de casa até à estação de trens de Shibuya, regressando para encontrá-lo ao final do dia.
Aquele cenário, que se repetia todos os dias, de manhã e à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes da estação de comboios, que viam com espanto a entrega do animal a seu dono. A rotina continuou até uma tarde fatídica em que o professor não regressou no comboio habitual, como de costume. o seu dono sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō
A história diz, que na noite do velório, Hachikō passou a noite deitado ao lado do seu dono.
Hachikō, após o falecimento, continuou a ir todos os dias à estação de Shibuya, à espera que o dono voltasse para casa. Todos os dias procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando a fome o obrigava.
Dia após dia, ano após ano, durante nove anos e dez meses, Hachikō, ao final da tarde, precisamente no horário do comboio, esperava pelo regresso do seu dono e amigo.
A morte de Hachikō fez as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto nacional foi declarado.
***
Em conversa com alguns anciãos, soube que afinal, na minha terra haviam vários "Hachico´s".
Um deles, quando o dono faleceu, acompanhou o funeral até ao cemitério e ficou deitado na campa, tendo morrido à fome naquele local.
Outro, talvez o mais conhecido, após ter acompanhado o funeral do dono, cada vez que o sino da igreja tocava, ia ao cemitério, participando em todas as marchas fúnebres da vila durante cerca de nove anos. Já sem conseguir andar, quando ouvia o sino anunciar alguma missa ou falecimento, gania sem parar durante alguns instantes, até que sem força se prostrava em si cheio de tristeza.
A minha primeira “Hachico”, no dia que o meu avô subiu ao céu, dormiu junto da sua cama e ali ficou durante alguns dias. Dizem que se atirou contra um carro algumas semanas depois.
O que é certo, é que, sendo a lealdade um conceito humano, cada vez há mais exemplos de valores (em extinção) vindo do mundo dos animais, deixando para nós, esta condição cada vez mais degradante e baixa que é viver como uma pessoa.
Lealdade e amizade, recordadas e defendidas por um simples cão.
Desculpa Manuel Alegre mas "Cão como nós" não.
Eles são fiéis e sabem o que é o amor incondicional.
Provavelmente zudan à(s) 12/28/2010 11:17:00 a.m. 0 comentários
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23 de julho de 2010
Hoje acordei num túnel.
Escuro e envolto numa névoa traiçoeira, sem saber para que lado é mais perto atingir a tão ansiada luz que acosso.
Sinto-me mal, estou a ir pelo seguro…
(nunca fui, sempre fui pelo que sinto)
Mas pela primeira vez passa por mim decidir o lado para onde devo correr.
Inocento as torturas que me fazem no primeiro instante.
Mal. Dói.
Mas desculpo tudo de uma forma simples e quase instantânea.
Seja qual for a intensidade da malvadez, ultraje ou simples pancada.
Mesmo as que não são simples.
Neste túnel não há agressões.
Há os fantasmas do que acumulei, ouvi e sofri neste últimos oito anos.
Oito anos…
Em 2920 dias, pensei em tudo.
(mesmo tudo)
E conclui que afinal o túnel é o trilho que conheço há exactamente 70080 horas.
Não vejo luz.
Há buracos na rocha por onde passam alguns raios de claridade…
O resto tem sido apenas a tentativa de ver a luminosidade… de tanto acreditar… de tanto querer.
Decidi não querer mais.
Decidi não admitir.
Decidi não acreditar.
Mas continuo a andar…
Hoje reservo-me no direito de contar os minutos.
Hoje reservo-me no direito de não confiar em quase todas as palavras que ouço.
Porque não vejo luz…
Nem sinal dela…
Vejo desrespeito, desumanidade… e escuro.
…
Amanhã já não sei…
Provavelmente zudan à(s) 7/23/2010 12:06:00 a.m. 0 comentários
5 de junho de 2010
Para satisfazer alguma curiosidade repetitiva e enfadonha "a cena gira" é isto.
O samurai significa os meus mais altos ideais de vida: GI - Justiça e Moralidade, Atitude directa, razão correcta, decidir sem hesitar. YUU - Coragem, Bravura. JIN - Compaixão, Benevolência. REI - Polidez e Cortesia, Amabilidade. MAKOTO - Sinceridade, Veracidade total. MEIYO - Honra, Glória. CHUU - Dever e Lealdade.
Os cherry blossoms quando a brotar significam a mais pura manifestação de beleza na cultura japonesa. A morte perfeita para um guerreiro que vive constantemente com a certeza e a aceitação da visão transitória da sua existência. A essência deste código é a aceitação de que cada dia poderá ser o seu último dia. "This is a good day to die". a cherry blossom e o samurai recordam-nos que devemos apreciar cada momento como se fosse o último e viver com a base dos sete ideais.
Tudo isto agarrado à foto que dispensa explicações.
Não é giro, não é moda, não é fixe... é vida e algo com que se vive.
Provavelmente zudan à(s) 6/05/2010 01:21:00 a.m. 0 comentários
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21 de maio de 2010
FUCK... "está linda";"brutal";"grande maluco"....
São furos na carne para arejar o espírito e dar-lhe oxigénio...
A tinta não é tóxica... foi testada em humanos antes...
apenas isso...
Provavelmente zudan à(s) 5/21/2010 12:43:00 p.m. 0 comentários
14 de maio de 2010
"...se algo correr mal...não te esqueças da minha filha... fala-lhe de mim..."
Rectidão, Coragem, Benevolência, Respeito, Verdade, Honra e Lealdade.
Agora inscritos na carne... para que não se esqueçam...
But that... that´s only me...
Provavelmente zudan à(s) 5/14/2010 04:31:00 p.m. 0 comentários
3 de agosto de 2009

Pele. Agulhas.
243 minutos a costurar.
Epiderme. Derme. Sangue. Plasma. Tinta.
O traje não está acabado.
Talvez mais 120 minutos.
Arde.
Não tanto como por dentro.
Furos que aliviaram o calor.
Cravam a carne. Os ossos.
A alma.
Provavelmente zudan à(s) 8/03/2009 11:29:00 p.m. 0 comentários
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21 de julho de 2009
Quando me calo.
Espreito-te devagarinho no quarto. Tardo em adormecer. Abro a porta devagar e pé ante pé, caminho até sentir o teu respirar pesado pela profundidade do teu dormir.
Não adormeço sem te olhar. Não sossego sem afagar o teu cabelo.
Apesar do calor, tapo-te com um lençol, como se te protegesse de alguma coisa enquanto estás só naquele que é, enquanto cá pernoitas, o teu quarto.
Cresces todos os dias. Enorme. “Gigante” como tu dizes.
Quando te observo a dormir, vejo a tua bochecha a ficar mais esguia, com a dentição definitiva a aparecer da tua boca aberta.
Sorrio.
Cai-me uma lágrima.
Apetece-me abraçar-te e espremer-te contra mim enquanto retenho a respiração.
Como se o teu abraço me desse o meu último suspiro.
Seria assim que queria que fosse. No teu abraço.
Saudades do abraço. De um abraço.
Depois de te beijar a face, tu levantas a mão e dormindo, fazes-me uma festa. Recordo-me de como todas as noites, bebias o biberão com celerac sem despertares. Truques para me (nos) dares algum descanso durante a noite.
Fecho a porta do quarto com a sensação de que só depois daquele ritual ficas em segurança.
O meu instinto protector desperto.
Durmo sem tranquilidade. Sem conseguir de facto, dormir. Um sono acordado. Atento. Vigilante. Por vezes consigo ouvir-te a respirar no outro lado da casa.
Deito-me de costas e com um braço debaixo da cabeça, olho o tecto do apartamento como se tivesse estrelas.
As do meu alentejo. Grandes, luminosas e atentas a ti. Dirigidas a ti. Olhando para ti.
Fecho os olhos…até ouvir o teu caminhar descalço a sair do quarto. Acompanhada pela manhã, vens em direcção a mim, entregar-me o abraço e o beijo que me mantém aqui.
Sem cobrares, sem pedires, sem interesse, sem proveito, sem nada, … com tudo.
Levanto-me e faço-te o pequeno-almoço, enquanto acordas junto dos teus desenhos animados preferidos.
Lembro-te que tens que comer tudo. O dia é grande e belo, atento e esperando a tua energia irrepreensível e inesgotável.
Surgem as minhas primeiras ordens.
Do pai, quando te mando lavar os dentes.
Do amigo quando te abraço recompensando-te por te teres vestido e lavado sem te mandar.
Do teu mestre quando te respondo às questões pertinentes e filosóficas da manhã.
Do teu educador quando te peço para me ajudares com a mochila e com os sacos.
Do teu tudo o que precisares que seja.
No automóvel vamos brincando e falando como se fosse (e é) mais uma despedida, mais um até logo, mais um até ao próximo fim de semana, mais um “ não estou contigo mas estás no meu coração… e não te esqueças… liga-me todos os dias…”.
Esquecer... Como se pudesse ou quisesse.
A viagem para a escola, faz-se sempre com uma mão dada a ti.
Fazemo-lo sempre que andamos de carro. Atrás na tua cadeira, impões-te a ti própria algum desconforto para me dares a mão, enquanto conduzo. A busca da minha mão, é mais um gesto teu que me dá alento, durante a (mais uma) separação.
Chegamos à escola e entrego-te aos educadores. A minha protecção acaba e volta a agonia.
Deixo-te com a professora e volto a baixar a cabeça. Volta o silêncio. Voltam as cobranças. Os deveres. As tarefas. Os compromissos. O peso nos ombros. A solidão. O silêncio. O silencio. O silencio…
A tua imagem aparece e mantém-me neste curso. Preso nesta vida a ti. Por ti.
Cá onde sei, que dentro de uns dias, vou novamente ser abraçado, amado por ti.
Todos os dias vou falar contigo.
Vou ouvir-te dizer que me adoras e que sou o melhor pai do mundo.
Com o regresso a casa já sem sol, entro e vejo os rastos da tua presença...
Falo contigo e penso que dormes no quarto.
… porque à noite… quando adormeço… oiço os teus gritos de alegria na praia, ou no parque, ou os teus comentários no cinema, ou os sorrisos marotos, ou gozões…
… Agora… parece que te consigo ouvir a respirar no outro lado da casa
Mas não estás.
Hoje não te vejo adormecer.
Provavelmente zudan à(s) 7/21/2009 03:26:00 a.m. 1 comentários
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10 de julho de 2009

Alguém fez mais um aniversário.
Eu fechado no meu apartamento. Em reclusão.
Ele, o aniversariante, estava lá fora.
Ao calor e à chuva que não caía.
...
Ele nunca gostou de festas nestas alturas.
A timidez tomada na exposição de outrora e as brechas da vida, curtiram um Homem,
calado, reservado, introspectivo e nestas datas, profundamente infeliz.
Sei que tenta festejar o aniversário, mas nem se lembrou que era a sua data.
Passou o dia à espera. De nada. De tudo.
Da gota de chuva que pudesse molhar-lhe a alma.
...
Cá dentro, o telefone tocou inúmeras vezes. Vozes de carinho e de respeito pelo aniversariante que estava no lado de fora.
Atendi por ele. Respondi que não se encontrava o homem da festa.
Aqui apenas estava eu. Fechado. recolhido por estas paredes já sem cheiro.
Se fosse eu a fazer anos –pensei- teria adorado as inúmeras chamadas telefónicas e mensagens...
Sinal de qualquer coisa... Vi que muita gente gostava dele. (Não de mim...)
Desassossegavam-se com a ausência do Homem do aniversário. (Não comigo...)
Afinal, ele, lá fora à espera da chuva neste dia de calor, não sabia que fazia anos...
Incólume ali estava, olhando para o céu.
Abstraído. Como se o sonho lhe caísse nos braços a qualquer momento.
Eu aqui, isolado entre quatro paredes... apenas sei que vou ficar mais dias, aqui, fechado...
Queria fazer anos hoje...
Queria muito trazer o aniversariante para dentro deste apartamento... vazio.
Juntos beberíamos um copo.
Brindávamos a todos os aniversários do mundo.
Mas ele não quis entrar. Acho que não sabe que faz anos...
Pode ser que no Natal já venha cá para dentro... – Entretanto... vou continuar a olhar para ele da minha janela.
Só a olhar para ele...
Um dia virá para dentro... ou sairei eu para o pé dele.
Provavelmente zudan à(s) 7/10/2009 10:10:00 p.m. 0 comentários
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28 de dezembro de 2008
Provavelmente zudan à(s) 12/28/2008 09:13:00 p.m. 0 comentários
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12 de dezembro de 2008
Começou a tão desejada transição... finalmente...
Provavelmente zudan à(s) 12/12/2008 11:47:00 p.m. 0 comentários
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9 de dezembro de 2008
No ano 2003, numa tarde medonha e entediante de Junho, levou-me o acaso para o meio da Feira do Livro de Lisboa.
Naquela mesma feira, algures entre o monumento à virilidade masculina do Cutileiro (monumento 25 de Abril... compreendo porquê) e o topo do parque, surgia uma fila de pessoas, mínima de mas atenciosa, em direcção a um banco de madeira escondido debaixo de uma pequena mesa alentejana.
Aquela mesa parecia sair de uma tasca típica daquela região, mas o burburinho quase sem expressão, fazia-me acreditar que seria uma sessão de autógrafos... de um autor desconhecido, pensei.
Enquanto deambulava entre os escaparates, a minha atenção prendeu-se naquele cenário familiar, pois naquele banco, tinha acabado de se sentar o escritor português José Saramago.
Não sou de autógrafos. Quando era garoto, tinha apenas um pequeno bloco feito na escola, com alguns rabiscos de jogadores de futebol... que nem eram heróis...
Naquela tarde, o saco que tinha comigo, continha no seu interior "Os Poemas Possíveis" daquele que é, na minha opinião, um dos maiores escritores portugueses.
Pensei em aproximar-me, somente para o ver com a sua Pilar... observá-los...
Cinco minutos depois e comigo completamente fora da fila, o olhar dele apontou-me. Eu olhei-o e ele falou sem saber o que continha o meu saco;
- Quer dedicar a alguém?
Ao mesmo tempo que atabalhoadamente a minha mão procurava a encadernação em causa, respondi-lhe;
- Não... mestre... escreva o que entender...
Ele sorriu e escreveu.
"Para um poeta... os poemas possíveis..."
Um abraço
José Saramago
Lembro-me de fotografar a preto e branco, os reflexos de uma montra, numa livraria em Zurique uma semana depois deste Senhor ganhar o Nobel... o único autógrafo que tenho...
Provavelmente zudan à(s) 12/09/2008 12:55:00 p.m. 0 comentários
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16 de setembro de 2008

Há heróis e Heróis.
de capa e espada, de chapéu, de outros planetas, apenas porque sim e há os que nos perseguem com a sua humanidade, ou mesmo com aquele lado negro de justiceiro vs "sou apenas um homem".
o Real é "apenas" o meu Pai. Cheio de defeitos e apenas um ser humano. Perfeito.
O meu outro super-herói, aquele que me encheu o imaginário enquanto adolescente, foi o homem morcego, AKA Batman.
O Batman é aquele super-herói cheio de mudanças, dúvidas, que inclusive, imaginem, até se apaixona e (esta é demais) até se fere normalmente e sangra e tudo...
Há apenas uma pequena diferença entre o Batman e um policia do género do Serpico ou Donnie Brasco... o Batman é "carregado" de dinheiro e é esse dinheiro que o transforma numa espécie de 007 auto sustentável.
Fui ver o último filme...
UAU.
Desculpem a sinceridade mas é apenas gosto pelo personagem e respeito pelo trabalho do realizador. Fanatismos de lado, tenham atenção um pormenor. Façam o seguinte exercício; retirem o Batman e coloquem no centro da acção um polícia. . .
Resultado?
O melhor policial do ano.
Christopher Nolan (Memento, The prestige, Insomnia) a encostar o Batman à realidade mais do que nunca.
Este segundo Batman (sim... segundo porque só agora com o CN é que temos o verdadeiro Batman) é a sequela perfeita para o Batman Begins. Apenas como curiosidade o working tittle do "Dark Knight" nos EUA foi "The Batman begins sequel".
Os vilões do filme? ... !$!"#%$"&%"#$#$%"#"....
só me apetece praguejar...
perfect.
Uma opinião?
Gastem os cinco euros.
Provavelmente zudan à(s) 9/16/2008 09:47:00 p.m. 1 comentários
17 de julho de 2008
... Deitei-me no chão.
Nú. De costas.
A comtemplar o tecto do apartamento que me tem visto só.
Qual Capela Sistina. Neste "templo" de adoração à solidão, a obra não é de Miguel Angêlo...
Chama-se Thelonious Monk... e a sua música sai de uma consolidação tecnologica, a servir a arte, do final da década de 90 chamada... BOSE Acoustimass...
O homem parece que estava a tocar só para mim...
...estava... e... Adormeci.
Acordei na mesma posição, com uma tremenda dor na nuca e com o vinco dos mosaicos no corpo... gelado.
... mudei de disco... Mingus ... Miles...
e estavam todos ali... a tocar para mim.
Afinal...
Provavelmente zudan à(s) 7/17/2008 07:14:00 p.m. 0 comentários
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10 de julho de 2008
Parabéns amigo...
(dezenas de vezes)
Sabe bem...
Mas...
Provavelmente zudan à(s) 7/10/2008 05:23:00 p.m. 0 comentários
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