Posso dizer um palavrão?
...
#$%&"#$"!#$#€§£
...
Pronto.
Agora vou à retrete...
Tenho que pensar para não vomitar de asco e de fúria.
25 de novembro de 2004
Provavelmente zudan à(s) 11/25/2004 09:32:00 a.m. 1 comentários
24 de novembro de 2004
Hoje falo de líderes de “falo”.
A vontade que por vezes explode no nosso intimo e se caracteriza por uma horrível vontade de dizer ao mundo que a incompetência não labora em conjunto com a liderança.
As faces que “falo” lideram e não são lideres.
Não são escolhidos pelo grupo e não aprendem a liderar o grupo que nunca vão realmente controlar.
Confuso?
Não. Real!
“falo” de opressão.
Depois de batalhas travadas, com o esforço e o sacríficio dos peões, o reconhecimento não existe. O simples agradecimento não existe...
Ao invés, surge a crítica destrutiva, o desprezo e a censura dos que ordenam, mandam e dispõem de poder para o fazer.
Mesmo que não saibam.
Mesmo que não queiram saber.
A ditadura do poder artificial.
A ditadura daqueles regimes onde os golpes de estado são elaborados nas entranhas da revolta.
Da revolta...
...
Diálogos de Zudan.
- Sabes meu amigo, tu és um líder natural. A grande maioria do grupo procura os teus ensinamentos.
Se nada tens a ensinar, aprende para o fazer.
Com quem?
Com os que te procuram.
(Cerebral constipations of Zudan)
…
As cargas que te são prescritas pelos teus seguidores, impõem-te uma dedicação plena.
No ensinamento e sempre na frente da fila.
Duas classificações para os de que “falo”.
Os lideres naturais, que são procurados e os lideres sintéticos que se subdividem, nos que nunca serão líderes e nos que tentam aprender a liderança.
Uma evidência.
Há líderes naturais.
Os que iniciam as revoltas, os golpes de estado, as brechas nos opressores e lutam para defender ou agarrar aquilo em que acreditam.
Desgosto.
...
Hoje vou ver o mar.
Provavelmente zudan à(s) 11/24/2004 05:23:00 p.m. 0 comentários
18 de novembro de 2004
O pai natal chegou.
OH OH OH, o pai natal chegou – gritam os petizes aos pinchos.
E vem de cavalo!?
Ao dia 4 de Novembro?
...
Sim meus caros doentes do consumo desenfreado.
Isso não interessa para nada.
...
Os grandes templos da religião económica e globalista, espaços de peregrinação e devoção aos fins de semana e feriados, vulgo centros comerciais, já começaram a atacar os bolsos dos seus fiéis desde o dia ... 4 de Novembro?!
Mas o pior é que até recriam, tal qual Hollywood, o cenário perfeito de Natal, com as decorações, aquelas músicas que teimam em repetir eternamente e as suas populares promoções.
Venham minha gente... comprem.
Comprem com o dinheiro que não possuem e que a crise vos tirou.
Peçam à tia, à mãe, ao pai, ao banco, ao banco do banco, mas comprem e venham começar o Natal.
Sim.
O Natal.....
Porque o Natal já começou... a 5 de Novembro.
...
Cada ano mais cedo, cada ano mais caro.
Ainda vou ver a chegada do Pai Natal em Agosto, em plena praia, com a sua prancha de windsurf daquela marca cara e inatingível ao comum dos mortais.
Pergunta para os 250.000€
Sabem que o Natal é a 25 de Dezembro.
E sabem o que se comemora?...
Provavelmente zudan à(s) 11/18/2004 08:11:00 a.m. 0 comentários
Um desabafo.
Há que tornar a ungir os cavalos guerreiros e levar a luta até ao fim; porque quem nunca descansa, quem com o coração e o sangue pensa em conseguir o impossível, esse triunfa.
(I Ching)
Cheguei à fronteira, desviei as tempestades e assegurarei que a honra dos homens será a eterna luta dos que por cá andam.
A frustração e a desilusão que nunca senti, teimam em perseguir a minha marcha.
Mas a eterna esperança que tudo mudará uma manhã, abraça a contenda de honrar um sonho de menino que é realidade há cerca de 4 anos.
E isso, desculpem mercenários, não me tirarão nem que cego fique, pois os meus sonhos de menino, valem mais que o vosso níquel, poder ou ambição.
Desabafem e olhem em espelhos, “crianças” que já não são e que recusam a imagem que algum dia o foram.
Cuspam nos vossos olhos carregados de avidez, e sacudam a pretensão do vosso acanhado coiro.
Talvez um dia alcancem algo muito simples.
Sonhar e voltar a ser crianças.
Ajuda: Pensar que vivem conjuntamente com matéria humana racional e emocional e que tal como eles, morrerão amanhã, sós e com metro e meio de terra imunda em cima dessa cupidez afiada.
E depois... fim de cena, crianças.
Acabou o sonho.
...
Estou cansado... Um bom filme da tv. Acho que me vou encostar a este sofá já gasto e esperar que o telefone não toque.
...
E o teu capítulo?
Provavelmente zudan à(s) 11/18/2004 01:01:00 a.m. 1 comentários
11 de novembro de 2004
Morreu Yasser Arafat (1929-2004)
E agora (ex) Autoridade Palestiniana?
E agora mr. Bush?
E agora Humanidade?
Provavelmente zudan à(s) 11/11/2004 02:45:00 p.m. 0 comentários
Assimetrias ... para quem as vive.
E as diferenças entre praias.
Há praias de rocha.
Há praias de areia.
...
Há praias de mar.
Há praias fluviais.
...
Há praias privadas.
Há praias atestadas.
...
Também há praias de alcatrão e petróleo derramado.
E decerto sem população mas com arvoredo empolado.
...
Uma alegação é a temperatura.
Umas frias noutras ardentes.
Umas com água não muito pura.
E outras, autênticas nascentes.
...
Esta bodeguice não deveria,
Alastrar do caule à raiz,
Curioso tanta assimetria,
Neste dissemelhante País.
Provavelmente zudan à(s) 11/11/2004 02:31:00 p.m. 2 comentários
Disse-me uma vez caminhante forasteiro:
Saudades my friend... saudades.
…
A célebre palavra portuguesa sem tradução possível para não natos no país da língua de Camões.
Este estrangeiro, após uma breve discussão refere-me:
- Então não há palavras noutros idiomas para descrever um sentimento?
Erro número um.
A saudade não é um sentimento.
Para além de ser uma insaciável ânsia ou desejo para com uma pessoa ou momento passado, a ausência passa a ser a maior presença na vida de quem sofre com ela.
Uma forma de estar na vida, mais do que um simples sentimento.
A descrição básica em qualquer idioma tem que ter sempre a definição própria de quem tenta compreeender a carência.
É algo para além da matéria,... são feridas no espírito.
Aquando da perda.... é tudo o que resta.
Como um “dot” algum dia disse “ A saudade não significa que estamos separados, mas sim que algum dia estivemos juntos”...
Et Voilá uma tradução para todos os falantes.
Provavelmente zudan à(s) 11/11/2004 02:07:00 p.m. 0 comentários
9 de novembro de 2004
O Captain! my Captain! our fearful trip is done,
The ship has weather'd every rack, the prize we sought is won,
The port is near, the bells I hear, the people all exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring;
But O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red,
Where on the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.
O Captain! my Captain! rise up and hear the bells;
Rise up--for you the flag is flung--for you the bugle trills,
For you bouquets and ribbon'd wreaths--for you the shores a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;
Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead.
My Captain does not answer, his lips are pale and still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,
The ship is anchor'd safe and sound, its voyage closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.
Walt Whitman (1819-1892)
Provavelmente zudan à(s) 11/09/2004 05:34:00 a.m. 0 comentários
Ah.
A resposta à pergunta.
…
Prefiro a escrita a discursos.
Pode-se pensar a escrever.
Pode-se sentir a escrever.
…
As letras utilizam a razão e ouvem o coração.
...
Tenho a impressão que quem me ouve não me reconhece se me ler …
Estranho.
…
Ou não.
Provavelmente zudan à(s) 11/09/2004 01:32:00 a.m. 0 comentários
Transferências em sintonia
Choro.
Chorei como um garoto toda a minha vida.
De raiva, de medo, de saudade, de amor.
De tudo. Enquanto sofria ou temia que sofreria.
Acocorado, de joelhos, deitado, caminhando.
Nunca consegui reter a água salgada que saltava de uma qualquer ferida aberta.
E fez-me aquilo que sou.
Hoje e de novo.
Chorei.
De tudo o que justifiquei na terceira linha e mais,
Da perda.
Da amizade, da honra, da coragem, da força e do espírito de dever, que me foi mostrado e reforçado a cada segundo em que me brindou com um pouco da sua presença.
Em cada conversa séria salteada de uma piada sobre qualquer coisa.
Em cada conselho que me entregava embrulhado em papel alegre.
Em cada desabafo que me confidenciava.
Em cada segredo transmitido.
Este Homem foi o meu “ Captain my captain” e de longe o timoneiro da minha frágil embarcação.
...
A ele e aos demais marinheiros confidentes deste grumete, inclusive aos mais novos…
o conhecimento e a criação de laços.
E laços muito fortes.
Onde a saudade ganha brilho e justifica a sua fama.
E o Obrigado é pouco e banal para tanto que foi oferecido.
Provavelmente zudan à(s) 11/09/2004 01:21:00 a.m. 1 comentários
2 de novembro de 2004
Decidem a minha vida e eu não posso participar?
Proponho que as eleições para Presidente dos Estados Unidos sejam, futuramente um acto alargado a todo o mundo.
Ou pelo menos aos países democratas.
O futuro do mundo decide-se hoje.
E eu castrado. Não posso fazer nada.
Como é que decidem hoje a minha vida e eu calado. Sem dizer nada?
Estranha democracia ditatorial…
Provavelmente zudan à(s) 11/02/2004 11:28:00 a.m. 1 comentários
31 de outubro de 2004
Sinto-me estranho.
Dividido e apreensivo. Mas estranho.
Vão retirar-me parte da minha vida.
Subtrair cinco anos e adicionar algo desconhecido.
…
Que despretensiosa matemática.
…
Que paixão efémera a que sinto.
Vulnerável como uma folha de papel à chuva.
… a desfazer-se.
De novo na frente da batalha da vida.
E de novo sem forças para a luta…
Carente e incerto das decisões.
…
Perdoem-me os que acham que é pecado pensar assim.
…
Estou com vontade de escrever o meu Moleskine, ou em algo que o substitua.
E isso é mau?!, dizem os entendidos.
Escrever naquele caderno, é sempre sinal de tristeza, de amor ou de solidão.
A felicidade não cabe naquele caderninho cor de luto.
Está a minha alma sem luz.
Nunca de luto.
Luto é pesar.
Pesar é prostrarmo-nos ao destino.
E mesmo com a alma manchada de dor, devemos seguir aquilo que a vida nos preparou.
Ou nos deu.
Mas só devemos…
…
e Eu, estou triste.
Provavelmente zudan à(s) 10/31/2004 08:55:00 p.m. 0 comentários
30 de outubro de 2004
Modo de usar - LER A GRITAR.
Dividir para reinar
Estranho como uma citação tão antiga e simples, devora de uma forma assustadora a única organização que funciona dentro do aparelho de estado.
Renovar dividindo.
Fragilizar temporariamente as estruturas, com a desculpa da renovação…
…
“Somos o último reduto da dignidade humana”
… e isso ninguém nos tira, nem que chova ódio mascarado de raiva.
A Liberdade deve-nos isso.
e eles não sabem nem sonham...
Provavelmente zudan à(s) 10/30/2004 07:22:00 p.m. 1 comentários
19 de outubro de 2004
Isto há coisas...
Nao sou de acreditar mas...
...
Estou a ler um livro cujo titulo é “Lisbon Killer”...
Há uma passagem no mesmo que faz referencia a um individuo que caiu de umas escadas e se “desmontou” todo. Essa queda, provocada, foi investigada pelos heróis deste policial, que aliás recomendo vivamente.
Pois é...
Isto há mesmo coisas...
Quem tem a infelicidade de me conhecer, sabe que precisamente ontem experimentei a sensacao de me desmontar todo.
Isso mesmo...
Do cimo de umas escadas.
...
Acho que vou comecar a ler algo sobre praias nas Maldivas...
Provavelmente zudan à(s) 10/19/2004 10:26:00 a.m. 3 comentários
18 de outubro de 2004
Os três estarolas... ou como transformar a dignidade da democracia num circo de terceira...
...
Paulinho das Feiras,
Alberto Joao e o seu Jardim
Pintinho da Costa que ora gosta ora nao gosta.
...
Nao misturem poesia com circo.
Ver um comicio ou discurso de uma destas figuras é definitivamente um acto de poesia.
...
E um circo é um circo.
...
Será que ver o paulinho a rir constantemente em plena assembleia, assim tipo parvo, enquanto se discutem temas decisivos para o futuro do nosso País... nao é poético.
Nao gostaria Dante de ter conhecido o jardim do alberto que afirma que a ditadura existe é no “contenente”?
E que tal para terminar uma semana em beleza, ouvir aquela obra já extensa do eterno “quero que o Porto seja a capital ( nem que seja de Porto-gal)” do já celebérrimo cromo número um da “bola” em até dá dó menor, tipo monocórdico...
...
País de Poetas.
E um circo é um circo.
Ah... e letras pequenas no inicio dos nomes... é mesmo assim.
Provavelmente zudan à(s) 10/18/2004 11:29:00 a.m. 0 comentários
10 de outubro de 2004
Não sei se devo comentar este tipo de acções.
Chissaz qui ez burro…
Ministério da Educação Vs. Lápis censor = À Quinta, Caridades.
Estratégias políticas e censura ou revivalismos de mau gosto.
Numa doutrina onde as escolas começarão, as que começarem, por altura das férias do natal, retiram do “ar” o Senhor Professor, por obra e caridade do santíssimo lápis censor.
Mas, alegrai-vos povo infeliz.
Sempre terão em substituição um programa no mesmo canal de “televisão” onde amestram um actor de filmes porno, uma tia, um presidente corrupto e um gajo que não é nem gajo nem gaja nem povo nem burguesia, a masturbarem as tetas de uma vaca e a tomarem banho de água fria para acalmarem os nervos de tamanha excitação.
Como tal… para que é que precisaríamos de escolas abertas a tempo e de pessoas com cérebro a ensinar ou a criticar fosse o que fosse.
Acabaram com a única hora de programação de jeito daquele canal.
Ex-Canal da Igreja… por coincidência senhores.
Qualquer dia, neste canal, teremos em horário nobre, um bando de pessoas do jet-set a assistirem a uma porca a parir os seus lindos bacorinhos...
Provavelmente zudan à(s) 10/10/2004 11:45:00 a.m. 1 comentários
6 de outubro de 2004
É da familia Zudan.
Os desvios por natureza, Os inconformados.
Se quiserem rir e chorar um pouco com as adversidades de uma vila alentejana.
Quinto Canal de televisão.
O Quarto poder, digno desse nome.
www.tvpoejo.com
Provavelmente zudan à(s) 10/06/2004 01:54:00 p.m. 0 comentários
29 de setembro de 2004
E agora tomem lá uma explosão de revolta e certezas...
Se não fosse esta certeza
que nem sei de onde me vem,
não comia, nem bebia,
nem falava com ninguém.
Acocorava-me a um canto,
no mais escuro que houvesse,
punha os joelhos à boca
e viesse o que viesse.
Não fossem os olhos grandes
do ingénuo adolescente,
a chuva das penas brancas
a cair impertinente,
aquele incógnito rosto,
pintado em tons de aguarela,
que sonha no frio encosto
da vidraça da janela,
não fosse a imensa piedade
dos homens que não cresceram,
que ouviram, viram, ouviram,
viram, e não perceberam,
essas máscaras selectas,
antologia do espanto,
flores sem caule, flutuando
no pranto do desencanto,
se não fosse a fome e a sede
dessa humanidade exangue,
roía as unhas e os dedos
até os fazer em sangue.
António Gedeão
Provavelmente zudan à(s) 9/29/2004 06:12:00 p.m. 0 comentários
Muito giro. Mesmo muito giro.
Imaginemos um sítio… tipo sítio do pica-pau amarelo ou a quinta do Charles Manson… qualquer coisa assim… tipo…
qualquer coisa…
Um burgo, dito, normal.
Um local onde os políticos, são políticos…
Um local onde os Homens não são homens e as Mulheres não são mulheres.
Um local onde a incompetência tem como resultado um bom prémio.
Um país onde os criminosos tem muitos direitos…
Um sítio onde os que tem alguma coisa na cabeça, opinam por pouco tempo, pois são absorvidos pelo peso das máquinas onde estão inseridos.
Um sítio onde as listas não são listas.
Os computadores não computam.
Os ministros não ministram.
Os presidentes não presidem.
… e os jornalistas são tão jornalistas que cobrem a cara dos criminosos com quadradinhos, colocam-lhes a voz do Dark Vader e espetam na tela a cara dos Polícias e dos Magistrados.
Mesmo muito giro.
Um local onde a objectividade se perdeu se é que alguma vez existiu.
Onde o umbigo de cada um será o próximo objectivo a seguir à cabeça do próximo.
Um local onde há os importantes intervenientes de um crime e os que não são tão importantes intervenientes do mesmo crime noutro sítio qualquer.
Um local onde homens e mulheres matam as suas crias e onde estas acções são utilizadas para subir as cotações em bolsa de empresas ligadas ao ramo das comunicações.
(agora em jeito de poema)
Um sítio que tem prisões sem ter celas.
Hospitais sem medicina.
Tem lares sem telhados.
Casas sem paredes.
Escolas sem disciplina.
"Quintas" sem muros.
E gajos tão burros...
...
Tem famílias que não se vêm durante semanas, meses e anos.
Onde a riqueza não está dividida e o dinheiro é o bem número um.
Um lugar onde exigem coisas em troca de vidas.
…
Esse lugar não existe.
…
Eu é que acho que vou vomitar,
… tal a moléstia que invade a minha imaginação.
…
In Cabeça de Zudan - A Europa, Portugal e o Médio Oriente todos no mesmo saco.
Edições Lingua Viperina.
Provavelmente zudan à(s) 9/29/2004 05:35:00 p.m. 0 comentários
21 de setembro de 2004
18156
O novo número da pornografia à portuguesa.
São Euros.
Mira que reforma tão cheia de “fetiches”…
Apetece-me dizer uma asneira… pronto já disse.
156 deve ser o número para as gorjetas…
ESTÁ A SAQUE... acho que já disse isto.
Provavelmente zudan à(s) 9/21/2004 05:10:00 p.m. 0 comentários
É ouvir falar um compositor de Jazz e compreende-se o esfriar da pele, quando os primeiros acordes surgem de um qualquer instrumento imaculado por esta disciplina musical.
É o eterno “murmurar” a tocar.
Um discurso irrepetível e sempre pulcro.
Mesmo que alguém, no planeta inteiro, conseguisse possuir toda a discografia de um dos muitos mestres desta arte, não teria sequer um por cento da totalidade da obra deste.
Cada gravação é, no Jazz, como uma fotografia de circunstância. Única.
Não há pautas nem regras (poucas); só conta o estado de entendimento e a clareza do espírito.
Como quando se agarra naquele caderninho preto para escrever o que nos vai nas entranhas e não se consegue… porque não se está suficientemente triste, ou contente, ou descrente.
Aquele caderninho também não ajuda, ouve ou responde, apenas está com aquilo que se escreve.
… Como temos que estar com o que se ouve.
Não percebo muito da coisa.
Mas… e é preciso?
Provavelmente zudan à(s) 9/21/2004 02:46:00 p.m. 0 comentários
Numa última e (quase) cómica análise: (hehehe)
A Cuba (sim a nossa pacata Cuba alentejana) é a vila responsável pela guerra no Iraque.
…
A Cuba alentejana é que deu o nome à ilha de Cuba.
…
Foi um Português (de Cuba) que descobriu a América.
Disparates ?…
E se Cristóvão Colombo fosse português da Cuba alentejana…
http://www.apol.net/dightonrock/artigos_sobre_colombo.htm
Provavelmente zudan à(s) 9/21/2004 01:42:00 p.m. 0 comentários
17 de setembro de 2004
"...What the hell were they thinking anyway...? "
Dois bips eternamente à espera de uma chamada…
Duas criaturas eternamente à espera de uma resposta…
Duas pessoas eternamente à espera de outrem…
Dois passos.
Dois tempos.
Dois destinos.
Dois caminhos.
Dois propósitos.
Um desiste.
Outro cumpre.
...
O ónus de um sistema.
Os uns.
Os outros.
Os que tem identidade.
Os que estão por estarem.
Os que vão ser lembrados.
Os que simplesmente, não.
Os que olham para o céu.
Os que olham para o dedo a apontar o céu.
...
Os que tem um objectivo.
E os que não.
Os que tem responsabilidade.
E os que não.
Os que tem uma legação.
E os que não.
Os que cumprem e defendem os seus valores e sonhos.
…
E os que não podem.
“ O Terminal” de Steven Spielberg e outros “filmes”.
Provavelmente zudan à(s) 9/17/2004 02:57:00 p.m. 0 comentários
16 de setembro de 2004
“ De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo. “
Vinicius de Moraes
Estranho quão comparável pode ser a tua realidade.
Provavelmente zudan à(s) 9/16/2004 06:27:00 p.m. 0 comentários
15 de setembro de 2004
Foi criado para servir de buffer.
Decidi quebrar a regra com a excepção, e recebi a mensagem de amizade e apreço que me fez corar e enroscar o peito para dentro, como se de um fruto a murchar se falasse.
Não vou dizer onde nem como. Correria o risco de rapidamente perder o meu buffer em estado selvagem...
When I pronounce the word Future, the first syllable already belongs to the past.
When I pronounce the word Silence, I destroy it.
When I pronounce the word Nothing, I make something no non-being can hold.
Wistawa Szymborska, in Poems New And Collected
Obrigado ao "Linkador" dos Tempus.
Provavelmente zudan à(s) 9/15/2004 03:11:00 p.m. 1 comentários
Falávamos sobre qualquer coisa…
Surge o tema do conhecimento de causas por contacto directo.
A incompetência e a incoerência de atribuições de cargos directivos a “gente” que nunca apanhou pulgas.
Continuamos a ser comandados por timoneiros sem experiência…
O ritmo descompassado é absolutamente revoltante e desmotivante.
Diz-se para aí que 60% do orçamento da nação é para alimentar a máquina estatal…
Diz-se para aí que os cargos directivos desta máquina são quem ganha mais… e quem faz menos…
Diz-se para aí que o que fazem vem escrito num manual moralmente plagiado… e adaptável a todos os motores…
…
E a opinião… bom um subalterno não acha nada… e se achar devolve porque não é dele…
…
Provavelmente zudan à(s) 9/15/2004 11:13:00 a.m. 0 comentários
13 de setembro de 2004
9/11
… E fez-se silêncio em nome de um deus (com letra pequena), que não é de certeza o meu Deus.
… Três anos depois…
… Continua-se a emudecer um Mundo em nome do mesmo deus e de um mundo mais seguro que também não é o meu mundo e muito menos... seguro.
… até quando?
Provavelmente zudan à(s) 9/13/2004 01:33:00 p.m. 0 comentários
10 de setembro de 2004
Na música podemos descrever o que somos, o que sentimos, o que defendemos, o que proclamamos, o que nos revolta, o que amamos…
…
Perdi um amigo. Adormeceu em férias e já não acordou.
A Escócia está mais pobre e mais triste.
Cheers to you Malcolm.
See you in a while my friend.
…
Mais uma vez sem saber o que fazer, coloquei um mp3 no meu computador e descobri pela 10020039480 vez o fabulozo hino à tristeza de Enio Morricone.
O tema principal do filme Cinema Paradiso.
…
A lágrima correu.
Do início ao fim. Percorreu toda a trajectória…
Os arrepios e o choro misturado com a impotência declarada de uma vida tão frágil ténue e ingrata.
…
A capacidade de estar sozinho e ao mesmo tempo tão acompanhado.
…
Que a amizade não acabe.
Provavelmente zudan à(s) 9/10/2004 02:23:00 p.m. 0 comentários
9 de setembro de 2004
A novela de um barco que é um autêntico Aborto
Três frases sobre este fenómeno produzido e realizado por Comunicação Social, produções fictícias, S.M.L (sociedade muito limitada).
1- Portugal não possui já uma lei sobre esta matéria em determinadas condições?
2- Não foi já efectuado um referendo (expoente máximo da democracia num estado de direito) sobre esta matéria?
3- Não é Portugal um estado soberano?
Qualquer dia… ( frase familiar ) criam um barco para venda itinerante de cocaína e sintéticos … hum… O que diriam nessa altura os defensores do Qualquer coisa DEEP, que quer dizer “estamos bem no fundo da razão”… em inglês… ( e que na verdade do processo de interrupção voluntária da gravidez, percebem MESMO muito pouco…)
Provavelmente zudan à(s) 9/09/2004 01:22:00 p.m. 0 comentários
5 de setembro de 2004
O poder de alterar sentimentos, estados de espírito, faces.
O poder de umas notas de música na escala perfeita.
O poder de ser bela e arrepiante.
O poder de ser intemporal.
Air on G String
Bach
A Música.
Provavelmente zudan à(s) 9/05/2004 02:19:00 p.m. 0 comentários