8 de agosto de 2008

Let the games begin...

4 de agosto de 2008

Interpol - The Heinrich Maneuver



Há algum tempo que não o fazia...
Só. Sentado.
Ébrio e molhado pela humidade,
Esperei o nascer do dia...
e naquela tranquilidade...
Apenas eu...
e o vazio.

30 de julho de 2008

As bandeiras de alguns pais(es)...

29 de julho de 2008

Observo esta crescente moda Apple, com todo o tipo de gadjets a surgirem em todas as esquinas e revejo com um sorriso sacana a célebre frase de campanha da Apple nos anos 80...

"Soon there'll be two types of people. Those who use computers. And those who use Apples."


28 de julho de 2008

Bury me softly in this womb
I give this part of me for you
Sand rains down and here I sit
Holding rare flowers
In a tomb...in bloom
Down in a hole and
I don't know if I can be saved
See my heart I decorate it like a grave
You don't understand who they
Thought I was supposed to be
Look at me now a man
Who wont let himself be
Down in a hole, losin my soul,
losin control,
Id like to fly,
But my wings have been so denied...

Down in a hole and they've put all
The stones in their place
Ive eaten the sun so my tongue
Has been burned of the taste
I have been guilty
Of kicking myself in the teeth
I will speak (breathe) no more
Of my feelings beneath

Bury me softly in this womb
Oh I want to be inside of you
I give this part of me for you
Oh I want to be inside of you
Sand rains down and here I sit
Holding rare flowers (oh I want to be inside of you)
In a tomb...in bloom
Oh I want to be inside...

Down in a hole, feelin so small
losin my soul, feelin so small, outta control
Id like to fly but my
Wings have been so denied


Alice in Chains

23 de julho de 2008

Cousteau - (Damn) These Hungry Times

22 de julho de 2008

Cousteau ... já os ouço há uns anitos.
Recuperei hoje um dos discos...
Reputam-se com influência de Nick Cave...
Parecem-me mais uns Tindersticks versão … não sei bem o quê…

Mas é bom.
Sabe bem,
e eu gosto.

20 de julho de 2008

A ciência da pesca. Basta ficar sossegado no barco...

18 de julho de 2008

Palavras... o que fazem...
Escritas ou faladas.




Egoísta
adj. e s. 2 gén., indivíduo que trata só dos seus interesses;

Altruísmo
do Fr. altruisme - s. m., disposição para se interessar e dedicar ao próximo;
amor ao próximo;


estou confuso... como é que estes dois conceitos andam tão próximos?

- e tu afinal o que fazes para ti? tens o tempo todo ocupado para com os outros..., pensa o que fizeste nestes últimos tempos a pensar em ti, no teu bem estar, na tua vida? vais a um ginásio? tens lido? ouvido música? sais com os teus amigos? que fazes? tens estado contigo?
- hum?
- sim. o que fazes para ti, ora é *** que precisa, ora é *** que quer,....?
- não me lembro... se calhar nada...
- acho que és egoísta... só pensas nos outros... em agradar para te sentires bem contigo... é uma forma de egoísmo... não tens tempo para ti e acreditas que os outros te vão reconhecer isso...
- hã??? hum??? mas... mas...
- Não nos lembrarmos de nós é sermos egoístas connosco. Abdicamos do nosso bem estar porque temos sempre que estar para os outros e com os outros...
- ?!??! pois... sou egoísta mesmo...


Conversas Sagres (mini)

MEEEEERDDDDDDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA....
*+#!"!"##$"!"#***"!"!$
FUCK*#!"$
AAHHHHHHH
FUCK FUCK FUCK
MERDAAAAAAAAA

AAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

...

Bom dia para vocês também.

17 de julho de 2008

... Deitei-me no chão.
Nú. De costas.
A comtemplar o tecto do apartamento que me tem visto só.
Qual Capela Sistina. Neste "templo" de adoração à solidão, a obra não é de Miguel Angêlo...
Chama-se Thelonious Monk... e a sua música sai de uma consolidação tecnologica, a servir a arte, do final da década de 90 chamada... BOSE Acoustimass...
O homem parece que estava a tocar só para mim...
...estava... e... Adormeci.
Acordei na mesma posição, com uma tremenda dor na nuca e com o vinco dos mosaicos no corpo... gelado.
... mudei de disco... Mingus ... Miles...
e estavam todos ali... a tocar para mim.
Afinal...

16 de julho de 2008

14 de julho de 2008

Cara lavada... estava farto.
Ar de verão...
...
Agora que acabei...acho que já estou farto...

Agora em BD

11 de julho de 2008

- Já acabaste? Vamos beber uma?
- Não posso pá... tenho que ir só ali dar um tiro nos cornos...
- ???

in conversas de Zudan

Não tenho o poder absoluto de acabar com o sofrimento… mas gostava.
Não tenho o poder absoluto de deixar de chorar em silêncio… porque sou eu.
Não consigo falar e ultrapassar o meu emudecimento… porque sou assim.
Ainda que não mereça…
Ainda que seja o que sou…
…
Ainda que a dor não seja só minha.
Ainda que saiba.
Ainda que…
Ainda…
tenho fé.

10 de julho de 2008

Parabéns amigo...

(dezenas de vezes)

Sabe bem...
Mas...

3 de junho de 2008

O que não queremos ver... ou não conseguimos...
Mas... o mundo continua a girar...

19 de maio de 2008

No comments

14 de maio de 2008

- Então pá está tudo bem?
- Tudo...
- Há muito que não te via... senta-te, vamos tomar um copo...
- Hã ?!?!o quê??!ah!ok?!
- Senta-te pá, relaxa.... olha, já que te vejo... preciso que me ajudes a acabar um trabalho da universidade... nada de especial mas...

(relax and enjoy the silence)

13 de maio de 2008

Just HIDE yourself...

9 de maio de 2008

"Se o coração pensasse, parava"

Fernando Pessoa

3 de maio de 2008

Cold Water...



Damien Rice

25 de abril de 2008

O que fizeram de ti Abril...

O sonho que um dia foi...

23 de abril de 2008

O que o acordou foi o silêncio.
Primeiro, o do despertador que não tocou à hora combinada todas as manhãs. Depois o de outra respiração, que devia ouvir e não ouvia.
Estendeu a mão para o quente do outro lado da cama e encontrou o frio (…). Um prenúncio de tragédia desceu por ele abaixo, como um arrepio. O que acabara de se lembrar era que não acordara só, por acaso, ou por acidente: aquele era o primeiro dia, a primeira manhã da sua separação (…).
“Divorciado, 40 anos, bom aspecto, licenciado, rendimento médio-alto, casa própria e espaçosa, desportos, ar livre, terno e com sentido de humor. Mulheres compatíveis? Deus do céu, dezenas delas! Sou um partidão” – concluiu ao espelho. “Até agora vou-me aguentando”, considerou ele.
Entre perdas e danos e a certeza adquirida que nada dura para sempre, restam-lhe várias razões e objectos e sentimentos para olhar em frente sem um sobressalto. Passeou-se pela casa pensativo, fumando o primeiro cigarro do dia.
De repente lembrou-se que ainda não tinha visto o quarto do filho (…).
Sem saber porquê, sentou-se no chão encostado à parede, muito devagar, a olhar para a fotografia.
Duas grossas lágrimas escorreram-lhe pela cara abaixo e caíram na madeira do chão, entre as pernas.
Foi só então que ele percebeu que estava a chorar.



Não Te Deixarei Morrer, David Crockett,
Miguel Sousa Tavares